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SERIA O POLICIAL CHICÃO PARA A SSP APENAS UM NÚMERO?




Desde a morte do Policial Civil Francisco Portela na última quinta-feira em Jacobina, uma coisa chamou e muito a atenção de seus colegas de profissão. Do dia de sua morte durante uma troca de tiros com um assaltante no loteamento de Robertão até agora , foram muitas as manifestações de apoio e solidariedade a família de amigos e de vários setores da sociedade mas  o que fala mais alto e vem incomodando e muito seu colegas policiais até a presente data, por incrível que pareça,  é o silêncio sepulcral da Secretaria de Segurança Pública e do alto escalão da Polícia Civil sobre o caso. Nem uma nota a imprensa , nem uma coroa de flores, uma palavra amiga a família , uma linha sequer, nada!!.

No dia do sepultamento não tinha um só representante que  fosse do comando das duas esferas, apesar da multidão que lhe prestou a última homenagem o acompanhando até o cemitério local  .

Segundo dados divulgados pelas secretarias estaduais de Segurança Pública, Um policial é assassinado a cada 30 horas no Brasil. Em se falando em PM apenas, o  número de policiais militares mortos na Bahia cresceu em torno de 100% em apenas um ano. Em 2014, 26 policiais militares foram mortos no Estado, sendo dois em serviço. No ano anterior, em 2013, esse número era de 13 mortos, um aumento de 123% de um ano para o outro. De 2014 para 2015, já foram contabilizadas, 17 mortes de PMS. Lembrando dos casos do soldado Ubiratan em Miguel Calmon e do Tenente Marco José em Capim Grosso, crimes que nunca foram solucionados. Já de policiais civis lembramos da morte do  policial civil Ivonilton Marques, lotado na Delegacia de Irecê, assassinado a tiros na cidade de Feira de Santana em fevereiro, e do .PC Dilton Carlos Costa Silva, 54 anos, em Jaguaquara no início de abril deste ano. Mas a julgar pela importância dada pela SSP a morte do policial Chicão em Jacobina, para a secretaria de Segurança, ele era apenas mais um número.

Sr Secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, e delegado geral da Polícia Civil , Bernardino Brito Filho, está na hora de corrigir esta situação.

Emerson Rocha / Bahia Acontece

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