A China pediu hoje aos Estados Unidos a libertação imediata do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que foi preso em Nova York ontem, após ser capturado em uma operação militar na madrugada do mesmo dia.
"A China pede aos Estados Unidos que garantam a segurança pessoal do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, que os libertem imediatamente e que cessem seus esforços para derrubar o governo venezuelano", afirmou o Ministério das Relações Exteriores da China em um comunicado, classificando a operação como uma "flagrante violação do direito internacional".
O presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, foi preso ontem em Nova York, após ser capturado pelos Estados Unidos, que anunciaram sua intenção de "liderar" a transição na Venezuela e explorar suas vastas reservas de petróleo.
Imagens mostraram o líder venezuelano desembarcando de um avião sob escolta em um aeroporto no interior do estado de Nova York e, em seguida, chegando a Manhattan de helicóptero.
A Casa Branca divulgou posteriormente um vídeo de Maduro, algemado e usando sandálias, sendo escoltado por agentes até os escritórios da Administração de Repressão às Drogas (DEA), a agência federal antidrogas.
"Boa noite, feliz ano novo", pode-se ouvir o presidente venezuelano dizendo, antes de ser levado para uma prisão federal no Brooklyn. Nicolás Maduro deve comparecer perante um juiz de Nova York, em data ainda não especificada, para responder a acusações que incluem "narcoterrorismo" e importação de cocaína para os Estados Unidos.
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04/01/2026 05h35
A China pediu, no domingo (4), aos Estados Unidos a libertação imediata do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que foi preso em Nova York no sábado, após ser capturado em uma operação militar na madrugada do mesmo dia. Emmanuel Macron declarou apoio à oposição e manifestou desejo de que Edmundo González Urrutia garanta transição democrática.
A China pediu hoje aos Estados Unidos a libertação imediata do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que foi preso em Nova York ontem, após ser capturado em uma operação militar na madrugada do mesmo dia.
"A China pede aos Estados Unidos que garantam a segurança pessoal do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, que os libertem imediatamente e que cessem seus esforços para derrubar o governo venezuelano", afirmou o Ministério das Relações Exteriores da China em um comunicado, classificando a operação como uma "flagrante violação do direito internacional".
O presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, foi preso ontem em Nova York, após ser capturado pelos Estados Unidos, que anunciaram sua intenção de "liderar" a transição na Venezuela e explorar suas vastas reservas de petróleo.
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Imagens mostraram o líder venezuelano desembarcando de um avião sob escolta em um aeroporto no interior do estado de Nova York e, em seguida, chegando a Manhattan de helicóptero.
A Casa Branca divulgou posteriormente um vídeo de Maduro, algemado e usando sandálias, sendo escoltado por agentes até os escritórios da Administração de Repressão às Drogas (DEA), a agência federal antidrogas.
"Boa noite, feliz ano novo", pode-se ouvir o presidente venezuelano dizendo, antes de ser levado para uma prisão federal no Brooklyn. Nicolás Maduro deve comparecer perante um juiz de Nova York, em data ainda não especificada, para responder a acusações que incluem "narcoterrorismo" e importação de cocaína para os Estados Unidos.
Maduro, de 63 anos, e sua esposa, Cilia Flores, de 69, foram capturados durante a noite por forças americanas, após ataques aéreos em Caracas e arredores e meses de pressão militar dos EUA no mar do Caribe.
Apesar do sucesso da operação, considerada uma aposta arriscada para Donald Trump, o futuro imediato do país, de 30 milhões de habitantes, permanece incerto.
"Vamos governar o país até que possamos ter uma transição segura, adequada e sensata", disse o presidente americano em uma coletiva de imprensa na Flórida. Ele não especificou, no entanto, como os Estados Unidos procederiam.
Trump afirmou que permitiria que empresas petrolíferas americanas fossem à Venezuela para explorar as reservas de petróleo bruto do país, acrescentando que os Estados Unidos estavam preparados para lançar "um segundo ataque, maior", se necessário.
Na coletiva de imprensa, Trump também afirmou que a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, disse ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, que estava pronta para cooperar com os Estados Unidos.
No sábado, a Suprema Corte da Venezuela confiou a presidência interina a Rodríguez, após constatar que o "presidente constitucional foi sequestrado" durante uma "agressão militar estrangeira". Contudo, a Corte não declarou a ausência permanente de Maduro, o que teria desencadeado uma eleição presidencial antecipada em 30 dias.
Maria Corina Machado "não tem apoio"
Sem especificar quais seriam os próximos passos de Washington, Donald Trump já desqualificou a líder da oposição e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado. "Acho que seria muito difícil para ela liderar o país. Ela não tem apoio nem respeito em seu próprio país", declarou.
"Chegou a hora da liberdade", reagiu a líder da oposição após o anúncio da captura do presidente venezuelano. Ela defendeu que o candidato da oposição à Presidência em 2024, Edmundo González Urrutia, exilado na Espanha, deveria "assumir imediatamente" a presidência.
O Conselho de Segurança da ONU se reunirá na manhã de segunda-feira, a pedido da Venezuela.
Na noite de sábado, o presidente francês, Emmanuel Macron, publicou, em espanhol e francês, no X, que "apoiava plenamente" o chamado de María Corina Machado "à libertação e à proteção dos presos políticos do regime de Nicolás Maduro". Mais cedo, o chefe de Estado havia publicado, na mesma rede social, que desejava que o presidente Edmundo González Urrutia, "eleito em 2024, possa garantir a transição" democrática no país "o mais rápido possível".
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