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George Clooney é preso durante protesto na embaixada do Sudão (Reuters) 
Clooney, seu pai Nick e outros ativistas ignoraram três alertas policiais para deixarem a área da embaixada e foram levados algemados em uma van do Serviço Secreto.
O ator tem se tornado um fervoroso militante pela causa do país africano, denunciando a crise humanitária que assola as regiões fronteiriças entre o Sudão e o Sudão do Sul. Na quinta,  ele esteve na Casa Branca para tratar do tema com o presidente Barack Obama.
Após a reunião, ele disse que pediu a Obama que convença a China a unir-se à pressão internacional sobre o governo sudanês com o objetivo de permitir que as forças de socorro entrem na fronteira sul do país, castigada pela fome.
Nesta semana, o ator também esteve na Comissão de Relações Internacionais do Senado para falar sobre o tema.
Clooney viajou recentemente a Kordofan do Sul, um estado do Sudão onde os combates entre o exército de Cartum e os rebeldes favoráveis a uma anexação com o Sudão do Sul levaram à fome.
De volta aos Estados Unidos, o ator acusou o governo de Cartum de crimes de guerra, falando ante uma comissão do Senado.
Crítico de longa data do governo do Sudão pelo conflito separatista em Darfur, Clooney disse à comissão do Senado que o presidente Omar al Bashir e seus colaboradores estão "provando ser os maiores criminosos de guerra deste século até o momento".
O Sudão do Sul se tornou independente em julho do ano passado, depois de duas décadas de guerra civil. No entanto, outro conflito separatista explodiu pouco depois em Kordofan do Sul e perto do estado de Nilo Azul, no qual Cartum combate contra os insurgentes, uma vez aliados aos ex-rebeldes que agora governam o Sudão do Sul.
Clooney teve os braços amarrados por um lacre (Foto: Win McNamee/Getty Images/AFP)Clooney teve os braços amarrados por um lacre (Foto: Win McNamee/Getty Images/AFP)

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