Segundo um amigo que morava com a vítima num barraco de lona as margens do Rio de Pedras, José Cardoso era da cidade Jacobina, BA.
A funerária responsável pela remoção do corpo e do sepultamento do andarilho chegou a botar anúncios em emissoras de rádio da cidade de Jacobina, no sentido de algum parente da vítima aparecer, mas tudo foi em vão.
Enterro
Após ultrapassar o período determinado por lei para ficar no necrotério, o corpo então foi liberado para ser enterrado.
A funerária PAX Santa Clara conduziu o corpo de José Cardoso para ser enterrado no cemitério de LEM. O problema que a direção do cemitério se negou a enterrar o andarilho exigindo documentação do defunto.
A própria polícia civil não tem essa identificação, pois o nome dado ao andarilho foi através de um amigo da vítima, portanto a identificação não é oficial.
Francisco Verediano, agente funerário da PAX Santa Clara, diz que passou o dia todo tentando sepultar o corpo do andarilho. “Foi uma luta muito grande, agora consegui uma certidão da polícia civil e amanhã espero conseguir uma guia de sepultamento para aí sim conseguir sepultar o defunto”, conta o agente funerário.
A direção do cemitério se negou a sepultar o corpo mesmo com a informação da polícia civil que para sepultar um pessoa como indigente não é necessário documentos do falecido. “Até porque se fosse para apresentar documentação não haveria a necessidade de enterrá-lo como indigente”, disse um agente da polícia civil.
Sepultamento
O corpo do andarilho passou o dia todo no cemitério local e amanhã a expectativa é de que receba autorização para ser enterrado.
Informações de Sigi Vilares
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