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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Em ato inédito, Casa Branca barra 'NYT' e CNN de coletiva com porta-voz de Trump


 Coletiva com porta-voz foi vedada a alguns dos maiores veículos do mundo 


A Casa Branca proibiu a entrada de veículos como a rede de TV CNN, os jornais The New York Times e Los Angeles Times, o site Politico do briefing diário com o porta-voz do presidente Donald Trump, Sean Spicer. Em seu lugar, foram admitidos publicações que apoiam Trump, como o site de extrema direita Breitbart, que era dirigido por Stephen Bannon, assessor do presidente.
Segundo a CNN, outros veículos tradicionais, que não tinham sido barrados, como a agência Associated Press e a revista Time, boicotaram a coletiva em protesto.
A Casa Branca não explicou o motivo da decisão de barrar o NYT e outros veículos. Mais cedo, Trump voltou a criticar a imprensa em discurso na conferência da União Conservadora Americana (CPAC). O presidente disse ser contra o direito de inviabilidade de fonte dos jornalistas e pediu que quem publique reportagens citando pessoas que não se identificaram tornem esses contatos públicos.
"Há alguns dias chamei a imprensa desonesta de inimigos do povo e eles são. Porque eles não têm fontes e as inventam. Não acredito que eles tenham fontes. Eu sei com quem eles falam", disse Trump. "Eu disse que as notícias falsas eram inimigos do povo não a imprensa toda. Quero que eles nomeiem as suas fontes. "
Trump ainda acusou veículos de comunicação de terem uma agenda própria que não é a mesma do povo americano. "Eles nunca representarão o povo e nós faremos algo contra eles", afirmou.
O presidente também questionou pesquisas de opinião que davam à sua rival, Hillary Clinton, vantagem na eleição do ano passado. "Os especialistas não acreditavam que vamos ganhar. Eles gostam de drenar dinheiro", disse. "Eles vêm com essas pesquisas que não são verdadeiras. Ou são ruins ou são mentirosos.
Por fim, Trump também relativizou a primeira emenda da Constituição americana - que fala do direito à livre expressão. "Eles dizem que não podemos criticar por causa da primeira emenda. Ninguém ama a primeira emenda mais que eu. E ela me dá direito de criticar as notícias falsas", declarou. " Temos que lutar contra eles, eles são espertos e ardilosos."

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