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terça-feira, 6 de junho de 2017

Vacina contra gripe será ofertada para todo público até sexta-feira


Imunização está disponível nos postos para a população em geral - Foto: Adilton Venegeroles l Ag. A TARDE

A campanha de vacinação contra a gripe, com encerramento previsto para 26 de maio, foi prorrogada. Agora não só os grupos prioritários – idosos, gestantes, crianças até 5 anos e 11 meses, indígenas e pessoas com doenças crônicas – serão vacinados, mas também a população em geral. O novo prazo para finalização da campanha se encerra na próxima sexta-feira, 9. 
Devido à baixa adesão pelos grupos-chave – o objetivo era vacinar 90% dos 54,2 milhões destas pessoas, mas, até a última sexta-feira, apenas 41,3 milhões (76,73% da meta) foram vacinados –, o Ministério da Saúde (MS) liberou a vacinação para os demais, pois estima-se que cerca de 10 milhões de doses sobraram, das 60 milhões adquiridas para a realização da campanha.
Nenhum grupo atingiu a meta de vacinação. Entre os públicos-alvo, os profissionais da saúde foram os mais vacinados, (84,5%), seguido por idosos (83,8%) e indígenas (83,6%). As crianças (62,3%), gestantes (62,4%), professores (76,7%) e puérperas (83,2%) foram os que menos se vacinaram.


Além do grupo preferencial, também foram aplicados 8,4 milhões de doses em pessoas com duas patologias, tais como hipertensão e diabetes, além da população privada de liberdade e trabalhadores do sistema prisional brasileiro.
Os estados e municípios possuem liberdade para seguir ou não a orientação do MS. Por enquanto, os que prorrogaram a campanha para o público em geral foram Acre, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Maranhão, além do Distrito Federal.
A vacina ofertada no Sistema Único de Saúde (SUS) protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). Estudos demonstram que a imunização pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.
A TARDE

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