
A BBom, negócio de rastreamento de veículos acusado de ser uma pirâmide
financeira, obteve a liberação parcial de suas atividades após quase
quatro meses de bloqueio. A decisão foi concedida na segunda-feira (4)
pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), com sede em
Brasília.
A BBom, porém, não poderá funcionar da mesma maneira como no passado. O
desembargador Reynaldo Fonseca, responsável pelo caso, liberou apenas
duas das sete formas de remuneração aos associados, como são chamados os
revendedores da empresa: o "bônus de vendas diretas" e o "bônus de
início rápido".
O "bônus de comodato", que garante lucro ao revendedor mesmo sem a garantia de venda do rastreador, continua bloqueado.

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