Segundo o Ministério de Minas e Energia, a mudança busca reduzir a dependência do Brasil da gasolina importada diante da volatilidade do mercado internacional de petróleo e combustíveis. A expectativa é que a adoção do chamado E32 diminua em cerca de 500 milhões de litros por mês a necessidade de importação do combustível. As informações são do g1 Economia.
Em nota, o CNPE afirmou que a decisão também amplia a participação de um combustível renovável na matriz energética nacional. O conselho informou ainda que testes técnicos indicaram que a nova mistura não provoca impactos relevantes no funcionamento dos veículos.
De acordo com o colegiado, foram avaliados aspectos como desempenho, dirigibilidade, consumo de combustível, partida a frio e emissões de poluentes, tanto em laboratório quanto em condições reais de uso. Segundo o CNPE, os resultados mostraram comportamento semelhante ao observado com percentuais menores de etanol, inclusive em veículos equipados com motores exclusivamente a gasolina.






























