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| Em depoimento, o PM disse que Larissa teria se suicidado, versão que foi contestada pela família da vítima |
O policial militar Vinícius Costa Silva foi preso na última segunda-feira (7), durante o velório da esposa Larissa Morata. Ele é suspeito de matá-la com um tiro na cabeça em sua casa, localizada em Embu das Artes, na Grande São Paulo. A morte foi investigada inicialmente como suicídio, mas agora o marido é o principal suspeito do caso.
Em depoimento, o PM disse que Larissa teria se suicidado, versão que foi contestada pela família da vítima. Os policiais também acharam suspeito Vinícius ter liberado o corpo da esposa no IML sem autorização dos familiares antes do fim das investigações.
O policial alegou que a vítima usou a arma dele para cometer suicídio na manhã de ontem, versão que a família dela nega.
A trajetória do projétil no corpo da técnica em radiologia Larissa da Cruz Morata, 29, foi um dos motivos que basearam o pedido de prisão do marido dela, o soldado da Polícia Militar Vinícius Costa Silva, segundo a delegada Bruna Caracho Crippa, da Delegacia de Embu das Artes, responsável pela apuração do caso.
O policial alegou que a vítima usou a arma dele para cometer suicídio na manhã de ontem, versão que a família dela nega.
O que aconteceu
Em vídeo obtido pelo UOL, Crippa disse que a médica legista que fez o exame necroscópico no corpo da técnica observou detalhes relevantes. Entre eles, a trajetória do projétil que atingiu a vítima —que foi encontrada baleada na cabeça—, e a forma como ela morreu.
Isso, em conjunto com outras informações colhidas pelos investigadores durante a apuração preliminar, baseou o pedido de prisão do soldado de 26 anos. Sem dar mais detalhes, a delegada disse que a colaboração do PM em relação aos fatos e às oitivas na delegacia também contribuíram para solicitar a prisão temporária do agente. O pedido foi aceito pelo Judiciário paulista.
Caso foi registrado como "morte suspeita"


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