A partir de uma ação proposta pela Defensoria Pública da Bahia, a Justiça determinou que o Estado fornecesse medicamentos caros a um homem com hepatite C, residente em Juazeiro, no vale do São Francisco. Por recomendação médica, o assistido da instituição, Valdomiro Gonçalves da Silva, precisava tomar cápsulas de Sofosbuvir 60mg e Daclatasvir - 400mg por 24 semanas. Os valores dos remédios, na farmácia, totalizam R$ 459 mil. O tratamento já foi iniciado. Segundo o defensor público Tarcísio Teles, da regional de Juazeiro, que ingressou com a ação, afirmou que Valdomiro procurou a Defensoria em maio deste ano e informou que já havia realizado um transplante de fígado, em 2004, em decorrência de cirrose hepática C e hepatocarcinoma (forma mais comum do câncer de fígado em adultos), porém, no momento, o vírus da hepatite C havia retornado. O Estado havia negado o fornecimento do medicamento no início deste ano. A ação judicial foi necessária para garantir o direito à saúde do paciente. Valdomiro diz que os remédios eram necessários para sua cura, e sem eles, seria necessário a realização de outro transplante. (BN)
Juazeiro: Estado é obrigado a fornecer a paciente com hepatite C remédios de R$ 459 mil
A partir de uma ação proposta pela Defensoria Pública da Bahia, a Justiça determinou que o Estado fornecesse medicamentos caros a um homem com hepatite C, residente em Juazeiro, no vale do São Francisco. Por recomendação médica, o assistido da instituição, Valdomiro Gonçalves da Silva, precisava tomar cápsulas de Sofosbuvir 60mg e Daclatasvir - 400mg por 24 semanas. Os valores dos remédios, na farmácia, totalizam R$ 459 mil. O tratamento já foi iniciado. Segundo o defensor público Tarcísio Teles, da regional de Juazeiro, que ingressou com a ação, afirmou que Valdomiro procurou a Defensoria em maio deste ano e informou que já havia realizado um transplante de fígado, em 2004, em decorrência de cirrose hepática C e hepatocarcinoma (forma mais comum do câncer de fígado em adultos), porém, no momento, o vírus da hepatite C havia retornado. O Estado havia negado o fornecimento do medicamento no início deste ano. A ação judicial foi necessária para garantir o direito à saúde do paciente. Valdomiro diz que os remédios eram necessários para sua cura, e sem eles, seria necessário a realização de outro transplante. (BN)
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