| O crime continua sem ser elucidado |
Em 10 de janeiro de 2013, o soldado Ubiratã da Silva, 31 anos, foi morto a tiros no centro de Miguel Calmon. Ele foi surpreendido em frente a uma lanchonete por homens que se aproximaram em um veículo prata. O PM foi atingido na cabeça, tórax e abdômen e morreu na hora. Duas mulheres que estavam próximas também foram atingidas de raspão - uma na virilha e a outra na mão. Ubiratã fazia parte da Polícia Militar há 10 anos. O policial estava de folga quando foi assassinado. Segundo testemunhas, ele estava sentado em frente a uma lanchonete na avenida João Shagun, no centro da cidade, e um veículo de cor preta aproximou-se do local. Três homens, ainda não identificados, desceram e efetuaram diversos disparos, por volta de 20h. Ubiratã integrava a corporação há 10 anos. O soldado faz parte do índice crescente de homicídio de policiais assassinatos na Bahia. Até hoje não foi dada uma resposta a sociedade sobre as motivações e autoria do crime , que continua sem ser elucidado.
Emerson Rocha / Bahia Acontece

E até hoje ninguém foi preso. Um absurdo...
ResponderExcluirEu não poderia deixar de fazer meus agradecimentos por esta postagem, que, embora nos remeta à dor, nos faz sentir bem por ver que pelo menos há profissionais da mídia que se comprometem com a causa policial, ao tempo em que nossos governantes fecham os olhos para a guerra real e, onde deveria amparar o problema com tantas mortes de policiais baianos, emite suas primeiras palavras com o tom ameaçador para intimidar cada vez mais a ação policial contra o crime, num jogo de contradições onde, de um lado quer reduzir crimes e no sentido contrário acaba incentivando os criminosos a praticá-los, pois, esses sabem que a PM (em especial) está cada vez mais coagida pelo Estado e a sociedade a não reagir contra eles.
ResponderExcluirComo diz a reportagem aqui comentada, são dois anos sem o querido colega Ubiratã, são dois anos ainda sem resposta.
Queríamos que fosse só isso, mas o que vimos foram outros honrados companheiros partirem e o silêncio se tornar a morada da resposta esperada. Assim foi com o Tenente Marcos José na cidade de Capim Grosso e com a colega Geyse Santana em Piritiba. Ambos mortos por aqueles que vivemos para combater, o criminoso que se veste de cidadão e o cidadão que comete crime.
Enfim, o que nos resta são perguntas sem respostas e não devemos ser tolos em procurar a solução nas cadeiras que dançam à procura de seus ocupantes. Talvez nossas respostas sejam quânticas, necessitando que se realize incursões surreais no imaginário.
Aquele caminho por onde passamos já se fechou, o caminho por onde vamos ainda será construído. Portanto, estamos parados no mesmo lugar.
Aos colegas Policiais Militares que nos aguardam em paz: Soldado Ubiratã -Tenente Marcos José - Soldado Geyse Santana.