terça-feira, 3 de julho de 2018

Conheça a forte geração belga, próxima adversária do Brasil na Copa


Desde 2014, o time belga é apontado como um dos mais fortes do mundo – essa geração é tida também como uma das melhores da história do futebol da Bélgica. No Brasil, chegaram às quartas de final da Copa do Mundo, mas foram derrotados pela Argentina de Messi. Na Rússia, o time volta a estar entre os oito melhores e será adversário da seleção brasileira na sexta-feira (6), às 15 horas (de Brasília), em Kazan. Promete ser o adversário mais duro dos brasileiros até o momento, com uma série de jogadores que podem desequilibrar, especialmente aqueles que atuam no futebol inglês. O objetivo é superar o quarto lugar de 1986, única vez em que o time foi semifinalista do Mundial.




O espanhol Roberto Martínez é treinador do time desde agosto de 2016, após a decepcionante eliminação nas quartas de final para o País de Gales, quando a equipe ainda era dirigida pelo ídolo Marc Wilmots. Pelo time, foram 24 jogos, com 18 vitórias, cinco empates e apenas uma derrota, para a Espanha, em amistoso em 2016. Nas Eliminatórias para a Copa, enfrentou Grécia, Bósnia e Herzegovina, Estônia, Chipre e Gibraltar e se classificou em primeiro, com nove vitórias e apenas um empate contra os gregos. Foram 43 gols pró e seis contra.

Na Copa, chega às quartas de final com vitórias contra Panamá (3 a 0), Tunísia (5 a 2), Inglaterra (1 a 0) e Japão (3 a 2). Joga no 3-4-3, variando com o 3-4-2-1 com dois laterais atuando como alas avançados, um meio de campo muito técnico e um centroavante letal.

O ponto fraco é a defesa, apesar do bom goleiro Courtois, atualmente no Chelsea. O trio defensivo é formado por Alderweireld, Vertonghen e Boyata (os dois primeiros atualmente no Campeonato Inglês), mas tem o experiente Kompany, do Manchester City no banco. No meio de campo, Witsel e De Bruyne jogam como volantes. O segundo é craque do Manchester City, jogando como meia, mas foi recuado no time belga, dando mais qualidade à saída de bola.

Na ala direita joga o companheiro de Neymar no PSG, Meunier, enquanto na esquerda está Ferreira Carrasco, ex-Atlético de Madri, atualmente no futebol chinês. Na frente, jogam Eden Hazard e Mertens abertos. Os dois também podem jogar mais recuados, dependendo da necessidade do jogo. O primeiro é craque do Chelsea, enquanto o segundo é ídolo no Napoli, da Itália.

Por fim, como centroavante, está Lukaku, atualmente no Manchester United, que já marcou quatro gols nessa Copa. Muito forte, o jogador tem chute preciso e habilidade quando necessário.

O time belga é muito perigoso, e superior ao que foi derrotado pelo Brasil nas oitavas de final de 2002. Naquele ano, a equipe já era perigosa e fez a partida mais dura para a  seleção brasileira naquele Mundial, que terminou com o pentacampeonato para o time comandado por Luiz Felipe Scolari.

Neste ano, em Kazan, uma Bélgica mais rodada, mais experiente e atualmente no terceiro lugar do ranking da Fifa (atrás de Alemanha e Brasil), promete fazer uma partida ainda mais complicada do que aquele de 16 anos atrás e superar o quarto lugar de 1986.

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